Doenças do Couro Cabeludo

Já parou pra pensar em quantas doenças o couro cabeludo pode ter? Algumas delas são sérias, outras nem tanto. porém todas necessitam de acompanhamento de um dermatologista ou especialista. Hoje a mais simples doença tem um tratamento, esqueça aquelas crenças populares e simpatias. 

PS: As imagens das doenças são um pouco fortes para postar aqui no blog, e nosso objetivo não é autotratamento e nem autodiagnostico e sim que se tiver algum desses sintomas procure um especialista! 

Doenças do couro cabeludo são alterações que geralmente atingem não só o couro cabeludo, mas também outras áreas do corpo. Geralmente são crônicas, ou seja, não têm cura. Raramente levam a óbito ou são contagiosas. É de suma importância o acompanhamento de um médico (dermatologista ou tricologista) ou um especialista (terapeuta capilar) para seu tratamento.

  • SEBORRÉIA

Excesso de secreção sebácea (oleosidade) que atinge principalmente o couro cabeludo. Decorrente de problemas hormonais, alimentares, emocionais e climáticos. Ocorre principalmente na adolescência quando temos grande produção de hormônios. No verão nosso corpo se torna automaticamente mais oleoso para retenção da hidratação do corpo. Água muito quente causa o efeito rebote, elimina grande parte dessa oleosidade e o corpo entende isso como uma necessidade, produzindo maior quantidade. Não apresenta vermelhidão, descamação no couro cabeludo nem cheiro forte.  Lavar os cabelos com intervalo de pelo menos 1 dia é o mais aconselhável nesse caso e em casos extremos é necessário o acompanhamento médico ou com especialista. Não contagiosa

  • DERMETITE SEBORRÉICA

Inflamação que atinge principalmente couro cabeludo, pálpebras, sobrancelhas, laterais do nariz e parte central do peito. Existem grandes indícios de ser transmitida geneticamente, mas não há provas. Com grande preferencia pelo sexo masculino entre 18 e 40 anos.  A pele apresenta vermelhidão, aspereza, desprendimento de escamas secas ou gordurosas, finas ou espessas, em tons que variam do amarelo ao acinzentado. Na maioria dos casos apresenta coceira. Costuma estar associado a presença de bactérias, leveduras e fungos, como é o caso da Pityrosporum ovale, Pityrosporum orbicular e Candida albicans. Tem seu estado agravado por: calor, umidade, roupas que retenham calor ou sebo (prefira os tecidos naturais como o algodão), tensão emocional, alcoolismo, tabagismo e alimentos muito condimentados. Muitos recém-nascidos adquirem a doença através do leite da materno, mais com o sessar da amamentação a doença desaparece, caso ocorra passe óleo de amêndoas embebido em um algodão. Não confundir com Psoríase, que é muito parecido e veremos a seguir.

  • PSORIASE

Aceleração do ciclo germinativo da pele, ou seja, aumento das células e proliferação. Normalmente a renovação acontece a cada 28 dias aproximadamente, na área afetada pela doença esse ciclo se renova a cada 4 a 7 dias causando descamação, perca do privilégio imunológico estimulando o sistema imune que reconhece a parte afetada como um risco ao organismo, ressecamento extremo da pele e liberação de líquido. Além do couro cabeludo se desenvolve também na pele e nas articulações (cotovelos e joelhos), não contagiosa, crônica, de evolução imprevisível, atinge homens e mulheres em todas as idades, principalmente entre aos 30 e 40 anos. Tem forte relação com o emocional, apesar de não atingir o quadro geral de saúde. Provoca coceira e tem grandes chances de transmissão genética. Tem seu estado agravado por fatores ambientais, físicos, psicológicos, trauma cutâneo, uso de drogas, estresse emocional, distúrbios endócrinos, metabólicos, ingestão de álcool e fatores climáticos. O melhor remédio além do acompanhamento médio é o sol e hidratações constantes no local.

  • CASPA

Descamação fina, branca e em pó do couro cabeludo. Geralmente não tem sintomas, embora possa apresentar coceira no couro cabeludo. Apresenta grande desconforto social, por ficar evidente em roupas. A presença de fungos é decorrente da descamação excessiva do couro cabeludo. Quanto maior a descamação mais fungos, já que serve de alimento para o mesmo. Possui uma classificação de 0 a 10, porém inexata, de acordo com o profissional que trata. Em geral torna-se mais grave por volta dos 20 anos, sendo pouco comum em crianças e nos maiores de 50 anos.

  • XEROSE

Ressecamento do couro cabeludo decorrente da atividade deficiente das glândulas sebáceas.  Mais encontrada em idosos.

QUEREMOS RELEMBRAR QUE A CONSULTA COM UM MÉDICO OU ESPECIALISTA É SEMPRE MUITO IMPORTANTE. ESSA MATÉRIA NÃO TEM INTUITO DE SERVIR COMO DIAGNÓSTICO PARA AUTO TRATAMENTO!

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Publicado em 30 de agosto de 2012, em Cabelo, Pele e marcado como , , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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